22 de dez de 2010

Beatrise.

Esse é um conto baseado, no momento atual, de minha vida.


Inúmeras são as fases dessa menina
mulher. Sensual quando quer, discreta na
maioria das vezes, sim! E Alegre.
17 anos e queria procurar por algo, que a
completasse. Algo que até esse instante não
havia encontrado, apesar de ter experimentado.
Acho que para ir atrás desse sentimento, teria
uma luta em busca de liberdade. Liberdade
essa mínima: que era do tamanho de um grão
de arroz.



Em umas de suas saídas à cidades vizinhas,
conheceu Yulia: uma menina bem diferente dos
seus padrões de beleza seguidos.
Yulia podia ser descrevida como: uma machinho que
roubou seu coração e não quis devolver. Estatura
mediana, cabelos compridos, pele branca e olhos castanhos.
Beatrise achou nada mal; gostava de mãos firmes
e isso sua ficante tinha. Além de outras qualidades,
descobertas aos poucos.


Seu medo era de gostar. Gostar o suficiente a ponto de
cometer loucuras. No entanto não podia largar o  che-
iro de rosas brancas, afinal! Era uma mulher de inúmeras
fase: mulher essa que sabe o que quer.
Ficar passou a ser insuficiente para ambas as partes,
portanto Yulia pediu sua amada em namoro. Beatrise
recusou o pedido: sua família não sabe e nem imagina
que ela tinha, orientação diferente de heterossexual.
Ali foi o fim de tudo, porque para ficar assim, na
clandestinidade é melhor ficarem sozinhas. [\Concluiu Yulia]
Atualmente faz 5 anos que não se vêem. Os destinos
seguiram os seguintes caminhos: Yulia conheceu uma
menina e se casou, enquanto Beatrise deixou de viver por
pensar nos outros. Não se assumiu e está namorando
com um homem, levando uma vida infeliz e vazia.

A moral das história é: Tenha coragem! Se arrisque, não
abra mão daquilo que você acha certo. Porque no
final a infelicidade é só sua; digo uma coisa: Não
tem nada pior que o arrependimento.

                                                        |  Espero que o conselho sirva |




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